Brasil volta a conquistar ouros, mas meta de Top 5 fica praticamente impossível

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Depois de dois dias sem o ouro o esporte paralímpico brasileiro voltou a ter o hino nacional ouvido, mas ao mesmo tempo a meta estabelecida pelo Comitê Paralímpico fica cada vez mais difícil de ser alcançada.

Faltando dois dias pro encerramento da Paralimpíada o Brasil soma 12 ouros e esperava mais do país. O primeiro ouro do dia veio no salto em distância, aliás ouro e bronze para o Brasil. A medalha de ouro foi de Silvânia Costa que só veio no último salto com a marca de 4,98 m e bronze para Lorena Spoladore. O atletismo ganhou ainda um bronze com Terezinha Guilhermina nos 400 m T11.


O Brasil conquistou duas medalhas de bronze no goalball masculino e no futebol de 7 também masculino. No goalball masculino ganhamos a medalha de bronze derrotando a Suécia na prorrogação com Leomon marcando o gol de ouro que valeu o bronze, já as mulheres não tiveram a mesma sorte e perdeu a medalha de bronze para as americanas por 3 x 2.


No futebol de 7 que vai se despedir das Paralimpíadas o Brasil venceu a Holanda com três gols de Leandrinho e conquistou a medalha de bronze. O ouro ficou com a Ucrânia que bateu o Irã. No vôlei sentado o Brasil perdeu para o Irã por 3 sets a 0 e disputa o bronze com o Egito no domingo. No hipismo Sérgio Oliva ganhou outro bronze, desta vez no individual estilo livre grau IA.


E na natação Daniel Dias conquistou sua 22ª medalha paralímpica e sua terceira de ouro nesta Paralimpíada ao conquistar o ouro nos 50 m costas classe S5. Ele ainda disputa mais duas provas amanhã no último dia de disputas e no paraciclismo o italiano Alessandro Zanardi voltou a ganhar ouro, desta vez no revezamento por equipes classe H-2. É o quarto ouro da carreira de Zanardi. Faltam dois dias para o encerramento das competições e a China disparou de vez na ponta do quadro de medalhas com 216 no total sendo 96 de ouro.