O Rio de Janeiro e o Brasil encerram neste domingo um ciclo histórico pro esporte com o encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Hermes de Paula/Ag. O Globo

 Cerimonia de encerramento das Paralimpiadas Rio 2016 Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

A cerimônia de encerramento começou com Sons do silêncio vindo na sequência a cantora Gaby Amarantos que fez a contagem regressiva. Logo depois uma mistura de estilos e sons com Armandinho, Andreas Kisser e Jonatha Bastos que tocou com os pés. O tenor Saulo Laucas cantou o hino nacional brasileiro. Na sequência entraram as bandeiras das delegações. O Brasil com Ricardinho do futebol de 5 como porta bandeira foi bastante aplaudido. As atrações musicais prosseguiram com Vanessa da Mata, Céu e Nação Zumbi. Imagens da transmissão internacional captara um cartaz dizendo Fora Temer nas costas do guitarrista da banda. O prêmio Whang Youn Dai que é dado para atletas que representam o espírito paralímpico. O cantor Saulo Fernandes cantou a música One Love de Bob Marley. A bandeira paralímpica foi agitada por Eduardo Paes que passou para Phillip Craven e em seguida para a governadora do Japão simbolizando a passagem de bastão para Tóquio.

Guilherme Leporace/Ag. O Globo e André Durão/globoesporte.com

Encerramento da Paralimpiada Foto: Guilherme Leporace / Agência O Globo



Os japoneses apresentaram seu cartão de visitas mostrando o que será a próxima Paralimpíada. A modelo japonesa Gimico, a primeira japonesa amputada demonstrou que é possível alcançar os sonhos que se deseja. Logo depois veio a parte de discursos: primeiro Carlos Arthur Nuzman que mais uma vez exaltou a capacidade do povo brasileiro dizendo que a missão foi cumprida, na sequência Philip Craven pediu um minuto de silêncio em respeito ao ciclista iraniano que morreu em acidente. Logo depois Saulo Fernandes voltou para o palco para cantar sucessos da música baiana debaixo de uma chuva forte, depois Nego do Borel, Dream Team do Passinho e astros do funk cantaram seus sucessos. Gaby Amarantos cantou Não vá embora demonstrando o sentimento com o fim dos jogos. O americano Callum Scott cantou a música Diamonds. Ivete Sangalo entrou no palco do estádio e cantou A Paz de João Donato e Gilberto Gil. 300 crianças com cataventos impulsionara o vento e a pira paralímpica foi apagada simbolizando o fim oficial dos jogos. Depois Ivete e Callum Scott fizeram dueto e a cantora baiana cantou outros sucessos encerrando de forma oficial as Paralimpíadas Rio 2016 que agora é história.

E aqui coloco um ponto final em mais uma cobertura especial e integrada junto do FC Gols. Durante 11 dias trouxemos exemplos de superação e amor ao esporte. O Brasil diz adeus à Olimpíada e a Paralimpíada. Um novo ciclo começa e agora ficam os legados que os dois megaeventos deixarão na mente dos cariocas e dos brasileiros. Posso dizer que também fiz parte da história ao assistir na Olimpíada duas sessões de futebol e que dificilmente será repetido da mesma forma o Patryck deve se sentir parte da história quando esteve no Parque Olímpico. E o movimento paralímpico segue até Tóquio!
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No último dia de competições da Paralimpíada o Brasil encerrou sua participação com mais uma medalha.

Descrição da imagem: Edneusa e seu guia festejam o bronze com a bandeira do Brasil (Foto: REUTERS/Jason Cairnduff)

Foi na maratona feminina com Edneusa Dorta, bronze na classe T12. Ela se tornou a primeira mulher a conquistar uma medalha nessa prova, seja em Olimpíada ou em paralimpíada.

Brasil perde do Egito na decisão do bronzen o vôlei sentado masculino Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O Brasil ainda teve a chance de conqusitar medalha no vôlei sentado masculino, mas num jogo eletrizante o Egito venceu a partida por 3 x 2 e ficou com a medalha de bronze. O ouro foi para o Irã. No rugby em cadeira de rodas masculino a campeã foi a Austrália que venceu os Estados Unidos de forma apertada: 59 x 58. Com o fim das competições a China terminou os jogos paralímpicos com 107 medalhas de ouro e 239 no total seguidos pela Grã Bretanha, Ucrânia, Estados Unidos e Austrália. O Brasil não conseguiu atingir a meta estabelecida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro de ficar entre os cinco primeiros terminando na oitava colocação com 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze somando 72 medalhas. Logo mais à noite acontece a cerimônia de encerramento e a passagem de bastão para o Japão, sede das próximas Paralimpíadas.
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O penúltimo dia de competições da Paralimpíada foi de muitas medalhas para o Brasil e uma tragédia no ciclismo de estrada.


O iraniano Bahman Golbarnehzad de 48 anos morreu após sofrer um acidente grave durante a prova do ciclismo de estrada classe C4 numa das descidas no Recreio dos Bandeirantes. Ele perdeu o controle da bicicleta e bateu a cabeça em uma pedra. Ele morreu a caminho do hospital devido à uma parada cardíaca. Como forma de homenagear o atleta morto a bandeira do Irã e do movimento paralímpico foi baixada na Vila Paralímpica e no Riocentro.



O Brasil teve um dia cheio de conquistas. Daniel Dias fez história e conquistou duas medalhas no último dia de competições da natação. A primeira medalha do dia foi de ouro nos 100 m livres classe S5. A segunda foi sensacional. O Brasil vinha atrás na prova do revezamento 4 x 100 34 pontos e Phelipe Rodrigues deu o gás nos metros finais para dar a medalha de bronze e a 24ª da carreira paralímpica de Daniel Dias. Hoje também foi o adeus do Tubarão Clodoaldo Silva. Ele se despediu da Paralimpíada na sétima colocação na prova do ouro de Daniel Dias.



Desde os Jogos de Atenas que o Brasil domina o futebol de 5, modalidade para cegos e neste sábado no Centro Olímpico de Tênis a equipe conquistou o tetracampeonato paralímpico ao vencer na final a equipe do Irã com gol de Ricardinho.




O Brasil conquistou medalha de prata no ciclismo com Cesar lauro Chaman na classe C4-5 no ciclismo de estrada, no atletismo com Petrúcio Ferreira numa sensacional arrancada nos 400 m classe T47, Felipe Gomes nos 400 m T11 e Shirlene Coelho no arremesso de disco F38. O võlei sentado feminino conquistou uma inédita medalha de bronze ao vencer a Ucrânia por 3 sets a 0. O Brasil ainda teve bronze na natação com Joana Neves nos 100 m classe S5 e no tênis de mesa dois bronzes para as equipes feminina e masculina.

A China ultrapassou a marca de 100 medalhas de ouro e sobra na liderança do quadro de medalhas geral. O Brasil é o oitavo colocado e deve terminar nessa posição pois resta poucas provas e vai disputar a maratona e a medalha de bronze no vôlei sentado masculino. A Paralimpíada termina neste domingo com as últimas provas e a cerimônia de encerramento.
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Depois de dois dias sem o ouro o esporte paralímpico brasileiro voltou a ter o hino nacional ouvido, mas ao mesmo tempo a meta estabelecida pelo Comitê Paralímpico fica cada vez mais difícil de ser alcançada.

Faltando dois dias pro encerramento da Paralimpíada o Brasil soma 12 ouros e esperava mais do país. O primeiro ouro do dia veio no salto em distância, aliás ouro e bronze para o Brasil. A medalha de ouro foi de Silvânia Costa que só veio no último salto com a marca de 4,98 m e bronze para Lorena Spoladore. O atletismo ganhou ainda um bronze com Terezinha Guilhermina nos 400 m T11.


O Brasil conquistou duas medalhas de bronze no goalball masculino e no futebol de 7 também masculino. No goalball masculino ganhamos a medalha de bronze derrotando a Suécia na prorrogação com Leomon marcando o gol de ouro que valeu o bronze, já as mulheres não tiveram a mesma sorte e perdeu a medalha de bronze para as americanas por 3 x 2.


No futebol de 7 que vai se despedir das Paralimpíadas o Brasil venceu a Holanda com três gols de Leandrinho e conquistou a medalha de bronze. O ouro ficou com a Ucrânia que bateu o Irã. No vôlei sentado o Brasil perdeu para o Irã por 3 sets a 0 e disputa o bronze com o Egito no domingo. No hipismo Sérgio Oliva ganhou outro bronze, desta vez no individual estilo livre grau IA.


E na natação Daniel Dias conquistou sua 22ª medalha paralímpica e sua terceira de ouro nesta Paralimpíada ao conquistar o ouro nos 50 m costas classe S5. Ele ainda disputa mais duas provas amanhã no último dia de disputas e no paraciclismo o italiano Alessandro Zanardi voltou a ganhar ouro, desta vez no revezamento por equipes classe H-2. É o quarto ouro da carreira de Zanardi. Faltam dois dias para o encerramento das competições e a China disparou de vez na ponta do quadro de medalhas com 216 no total sendo 96 de ouro.
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A quinta feira não foi feliz para o esporte paralímpico brasileiro que pelo segundo dia seguido não sobe no lugar mais alto do pódio e perdeu seu lugar no Top 5 sendo superado por Austrália e Alemanha.


A quinta foi de uma prata e quatro bronzes. O atletismo conquistou três. Felipe Gomes e Daniel Silva foram prata e bronze nos 200 m rasos T11 e no arremesso de peso Marivana Oliveira foi bronze na classe F35. Na canoagem de velocidade Caio Ribeiro foi bronze no KL3 200 m e no hipismo Sérgio Oliva foi bronze na prova individual misto grau IA. No futebol de 5 o Brasil se classificou pra final ao vencer a China por 2 x 1 e no sábado enfrenta na decisão o Irã.


No goalball o Brasil vai brigar apenas pelo bronze tanto no masculino como no feminino. Entre os homens os brasileiros foram goleados por 10 x 1 e as mulheres foram derrotadas pela China por 3 x 1. No rugby em cadeira de rodas a seleção perdeu para a Austrália por 72 x 45 e está eliminada da disputa. E no vôlei sentado feminino o Brasil perdeu para as americanas e vai disputar o bronze contra a Ucrânia.


E no dia em que completou 15 anos do terrível acidente em uma prova da Fórmula Indy na Alemanha o italiano Alessandro Zanardi voltou a ganhar uma medalha paralímpica. Zanardi foi prata na prova do ciclismo de estrada de 60 km classe H5. Faltando três dias para o encerramento das competições o Brasil caiu para o sétimo lugar no quadro de medalhas com 53 medalhas conquistadas. A China lidera disparado com 84 medalhas douradas e 191 no total.
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O Brasil já faz no Rio de Janeiro sua melhor campanha paralímpica superando Pequim e faltando quatro dias pro fim das competições pode mais. E o dia ainda teve mais um ouro na conta do italiano Alex Zanardi.

Hoje não tivemos ouro, mas somamos mais cinco medalhas. A medalha de número 44 foi conquistada por Verônica Hipólito, bronze nos 400 m T38. O atletismo ainda conquistou prata no 4 x 100 classes T11-T13 com Terezinha Guilhermina conquistando sua primeira medalha depois da decepção em ter queimado a largada.


A natação conquistou duas pratas com Carlos Farrenberg nos 50 m livre classe S13 para atletas com baixa visão e no 4 x 100 livre até 34 pontos com Daniel Dias somando sua 21ª medalha paralímpica. O Brasil ainda ganhou uma medalha inédita no paraciclismo de estrada com o bronze de lauro Chaman no contrarrelógio categoria C5.


E o italiano Alex Zanardi voltou a fazer história. Amanhã o acidente que ele sofreu quando corria na Fórmula Indy completa 15 anos e foi naquele acidente que Zanardi teve de amputar as duas pernas. Demonstrando superação ele conquistou seu primeiro ouro na prova contrarrelógio categoria H5.


Nos esportes coletivos o goalball segue sendo a sensação e hoje as duas seleções chegaram à semifinal. A masculina bateu a China por 10 x 3 e no feminino goleada de 10 x 0 na Ucrânia. Já o futebol de sete foi goleado pelo Irã por 5 x 0 e vai disputar o bronze contra a Holanda e no rugby em cadeira de rodas masculino perdemos para o Canadá por 62 x 48.

A China segue liderando a Paralimpíada com 75 de ouro e 170 no total. O Brasil segue na quinta colocação com 48 medalhas, sendo dez de ouro, 24 de prata e 14 de bronze.
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O Brasil chegou à marca de dez medalhas de ouro e permanece no Top 5 da Paralimpíada. De quebra igualamos a marca de Londres com 43 pódios.

O décimo ouro do país veio no revezamento 4 x 100 m masculino classe T11-T13 com o quarteto formado por Diogo Silva, Gustavo Araújo, Daniel Silva e o guia Heitor Sales e Felipe Gomes com o seu guia Jonas Silva venceu com sobras e com direito à recorde paralímpico (42s37).


O Brasil obteve prata no atletismo com Odair Santos nos 1500 m T11 e Mateus Evangelista no salto em distância classe T37. No halterofilismo uma medalha inédita para o país com Evânio da Silva na categoria até 88 quilos, no tênis de mesa outra medalha inédita, desta vez para as mulheres com o bronze de Bruna Alexandre na classe 10 e na natação tivemos prata e bronze na prova dos 100 m livre classe S10: prata para André Brasil e bronze para Phelipe Rodrigues. Outro bronze foi no atletismo com Edson Pinheiro nos 100 m classe T38.

O Brasil colocou suas duas equipes de goalball nas quartas de final. A equipe masculina venceu a Alemanha por 10x4 e vai encarar nas quartas a China, já a equipe feminina atropelou a Argélia por 10x0 e vai encarar a seleção da Ucrânia na semifinal. No vôlei sentado duas vitórias e a classificação em primeiro lugar, já as meninas do basquete em cadeira de rodas foram eliminadas ao perderem para as americanas.


E no futebol de 5 o Brasil está na semifinal após empatar com o Irã por 0x0 e vai disputar uma vaga na final contra a China. Os chineses seguem liderando o quadro de medalhas com 63 de ouro e 147 no total. O Brasil permanece na quinta colocação com 10 de ouro, 21 de prata e 12 de bronze.
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A segunda feira teve um show de ouros e medalhas para o Brasil no quinto dia de competições nas Paralimpíadas.

Nosso primeiro ouro veio no lançamento de disco com Alessandro Rodrigo Silva na classe F 11 para cegueira total com recorde paralímpico (43,06 m). O segundo ouro do dia foi na bocha duplas mistas classe BC com Antonio Leme e Evelyn Vieira com a reserva Evani Soares que venceram a dupla da Coreia do Sul por 5 x 2.


O terceiro ouro do dia veio dele: Daniel Dias que sobrou nos 50 m livre classe S5. Esta é a 20ª medalha da carreira paralímpica do maior nadador brasileiro na história dos Jogos Paralímpicos. Clodoaldo Silva, outra lenda da natação paralímpica ficou em sétimo lugar O Brasil ainda conquistou prata na natação com Joana Silva nos 50 m livre também classe S5, no atletismo com Rodrigo Parreira no salto em distância T36, Fábio Bordignon nos 200 m T 35 e com o revezamento 4 x 100 classes T42 à 47 e a primeira e única medalha de Alan Fonteles que integrou o time junto de Petrúcio Ferreira, Yohansson Nascimento e Renato Cruz e na bocha paralímpica Dirceu Pinto e os irmãos Eliseu e Marcelo dos Santos ficaram com a prata na dupla mista classe BC4.


O tênis de mesa fez história com a medalha de prata conquistada por Israel Stroh na classe 7 ao perder para o britânico William Bayley por 3 sets a 1. Nossos bronzes vieram da natação com André Brasil nos 100 m borboleta classe S10 e Thalisson Glock nos 200 m medley classe SM6. No basquete feminino em cadeira de rodas nossa seleção perdeu para o Canadá por 82 x 49 e vai enfrentar nas quartas a equipe americana e no futebol de 7 o Brasil foi derrotado pela Ucrânia por 2 x 1 e enfrenta nas semifinais a equipe do Irã na quarta feira.


A China segue líder do quadro de medalhas com 50 ouros e 118 no total. O Brasil é o quinto colocado com 9 de ouro, 17 de prata e 9 de bronze somando 35.
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O domingo de competições nas Paralimpíadas teve mais um ouro e mais uma medalha para Daniel Dias na natação.

O atletismo trouxe o sexto ouro paralímpico e tivemos dois brasileiros no pódio dos 100 m rasos da classe T47. Petrúcio Ferreira levou a medalha de ouro quebrando o recorde mundial da prova e Yohansson Nascimento conquistou a medalha de bronze. O dia do atletismo brasileiro ainda teve prata para Felipe Gomes nos 100 m classe T11 e na classe T47 feminino Teresinha de Jesus conquistou o bronze.


Na natação Daniel Dias conquistou sua 19ª medalha paralímpíca ao ficar com a prata nos 100 m peito classe SB4. Nos esportes coletivos destaque para mais uma vitória da seleção de futebol de 5 que venceu a Turquia por 2 x 0, no basquete masculino em cadeira de rodas o Brasil derrotou o Irã por 73 x 50 e no feminino perdemos para a Grã Bretanha por 63 x 52.

No goalball masculino o Brasil passou pela Argélia por 12 x 2 e no vôlei sentado feminino derrotamos a Ucrânia por 3 sets a 0. O Brasil soma 24 medalhas sendo 6 de ouro, 11 de prata e 7 de bronze e permanece na quinta colocação. A China segue líder no quadro de medalhas das Paralimpíadas.
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No terceiro dia de competições das Paralimpíadas o dia foi de adeus para Antônio Tenório e de dois ouros no atletismo.

Nosso primeiro ouro veio no lançamento de disco com Claudiney Santos Batista na categoria F-56 com novo recorde paralímpico (45,33 m). E no começo da noite teve mais ouro, desta vez com Shirlene Coelho no lançamento de dardo classe F37 conquistando o bicampeonato paralímpico com a marca de 37,57 m, 29 cm acima de sua marca que é recorde mundial da prova.


O judô não conseguiu o ouro. No último dia de disputas na Arena Carioca 2 o país conquistou três pratas com Alana Maldonado (até 70 kg), Wilians de Araújo que foi derrotado na final em apenas 2 segundos e para a lenda Antonio Tenório. Aos 45 anos nosso judoca foi derrotado na final dos pesos pesados pelo sul coreano Gwang - Geun Choi por ippon e com a sexta medalha se despediu dos jogos paralímpicos.


Já Deanne Almeida deixou escapar a medalha de bronze ao ser imobilizada pela americana Christella Garcia quando vencia por wazari. Na natação Daniel Dias foi medalha de bronze nos 50 m borboleta classe S5, Matheus Souza foi bronze nos 400 m livre S11 e no atletismo Rodrigo Parreira foi bronze nos 100 m rasos classe T36.


No futebol de 7 o Brasil goleou a Irlanda por 7 x 1 e joga contra a Ucrânia precisando apenas do empate, mas classificado pra semifinal e no tênis em cadeira de rodas a dupla brasileira foi eliminada pela dupla da Coreia do Sul. O Brasil soma 19 medalhas até aqui com 5 de ouro, 9 de prata e 5 de bronze. A China segue líder.
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