Ouro inédito no boxe, prata inédita na canoagem e fracasso de Fabiana Murer


A terça feira olímpica reservou grandes emoções para o torcedor brasileiro que riu e chorou ao mesmo tempo. Riu de alegria com duas medalhas de dois humildes atletas, mas também chorou com derrotas e eliminações doídas para as mulheres.

Ouro histórico pro boxe do Brasil:

Antes da Olimpíada começar Robson Conceição era apontado como candidato à medalha e comprovou isso a cada luta. Na final desta terça feira ele não deu chances ao francês Sofiane Oumiha por decisão unânime e conquistou o título de campeão olímpico no peso ligeiro, o que comprova a ascensão do boxe que começou há quatro anos em Londres com as medalhas conquistadas pelos irmãos Esquiva e Yamaguchi Falcão. Esta foi a quinta medalha na história do boxe na história que ainda conquistou dois bronzes com Servílio de Oliveira em 1968 e Adriana Araújo em 2012.

Prata histórica na canoagem com o fenomenal Isaquias Queiroz:


A primeira medalha do dia saiu na canoagem com o baiano Isaquias Queiroz na prova C1 1000 m. Ele foi superado pelo alemão Sebastian Brendel que é campeão mundial numa disputa definida nos metros finais. O pódio coroa um grande ciclo em que foi campeão mundial e pan americano. E pensa que acabou, ele volta para disputar mais duas provas e quem sabe não vem mais medalhas. Logo após a conquista da medalha ele declarou à imprensa para que os políticos parem de brigar por si e passem a apoiar o esporte.

Um novo fracasso na vida de Fabiana Murer:


O sonho de uma medalha olímpica para Fabiana Murer acabou antes do previsto. E foi de cara nas eliminatórias. Ela não conseguiu passar de 4,55 nas três tentativas e acabou desclassificada em último. A saltadora alegou o mau desempenho à uma hérnia de disco diagnosticada antes do começo da Olimpíada e esta pode ter sido a última da carreira, pois ela confirmou sua aposentadoria ao final do ano, só temos mais que agradecer. Valeu Fabiana!

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