Esportes da Olimpíada - Handebol - FC Gols

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Dando prosseguimento à série especial sobre os esportes do programa olímpico o destaque é para o handebol.

Esporte inventado na Alemanha o handebol começou sendo parecido com o futebol, primeiramente sendo praticado pelas moças, depois pelos rapazes. Estreou em Olimpíadas nos jogos de Berlim em 1936, voltou em 1972 com uma nova versão para 7 jogadores.

Táticas defensivas:

No handebol são várias as táticas de defesa e o sistema mais utilizado é o 6 x 0 onde 6 jogadores defensivos se posicionam na linha de 5 metros, a defesa 5 x 1 tem 5 jogadores e 1 pivô se posicionando à frente que os demais.

Regras:

O manejo tem variações: é permitido o jogador segurar a bola por três segundos e dar três passos sem quicar no chão, caso haja infração a posse de bola passa para o time adversário; o goleiro é o único a tocar a bola com os pés na hora da defesa, mas só quando estiver dentro de sua área; o tiro livre é ordenado quando um jogador entrar de forma irregular, manejo irregular da bola, comportamento incorreto com o adversário e execução ou conduta irregular. O tiro de 7 metros é o pênalti do handebol e quando um jogador sofre falta numa situação clara de gol e é impedido pelo goleiro.

A quadra e a bola:



A quadra mede 40 x 20 m com extremidades de 6 metros para cada área do goleiro. A bola é feita de material sintético ou de couro.

O local de competições nas Olimpíadas:


A Arena do Futuro no Parque Olímpico é uma instalação temporária, especialmente feita para os jogos. Depois da Olimpíada terá sua estrutura desmontada e utilizada na construção de quatro escolas municipais.

O Brasil nos jogos:


O Brasil chega aos jogos olímpicos em condições de conquistar uma medalha inédita tanto no masculino como no feminino. A seleção feminina foi campeã mundial em 2013 na Sérvia e o técnico dinamarquês Morten Soubak contará com Duda Amorim, a melhor jogadora do mundo. O time masculino comandado pelo espanhol Jordi Ribera vem evoluindo à passos largos e sonha em um lugar no pódio.

As potências:


A seleção da Noruega no feminino é a atual bicampeã olímpica e tricampeã mundial e será a adversária da estreia do Brasil. Entre os homens a França é a grande potência recente e assim como a Noruega é bicampeã olímpica e mundial.

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