Retrospectiva 2016: Ano de mudança no topo do tênis, doping na Rússia, intervenção no basquete e surfista havaiano quebrando a série brasileira


A Retrospectiva 2016 do FC Gols prossegue e hoje é dia de falarmos sobre os destaques esportivos do ano. Nop ano olímpico a Rússia sofre sanções devido ao doping, no tênis temos novo rei, no vôlei o domínio do Sada, o basquete sofre intervenção e no surfe a tempestade brasileira é interrompida por um havaiano.

MMA: McGregor é nome do ano e Brasil tem dois campeões

No MMA o grande nome do ano foi o irlandês Conor McGregor que sabe ser irritante na hora da provocação, mas levou dois títulos nos penas e nos leves. Já Anderson Silva decepcionou em sua volta ao perder para o inglês Michael Bisping que meses depois seria campeão dos médios.


Pelo menos José Aldo recuperou o título dos penas porque foi promovido devido à subida de peso de McGregor. Entre as mulheres, pela primeira vez uma brasileira se tornou campeã, Amanda Nunes, a Leoa detém o título dos galos e vai defendê - la no próximo dia 30 contra a americana Ronda Roussey que volta ao octógono depois de perder a invencibilidade ano passado para a compatriota Holly Holm.


Tênis: Murray tira o posto de nº 1 de Djokovic

O tênis tem novo número 1. O britânico Andy Murray desbancou Novak Djokovic e fecha 2016 no topo do ranking da ATP. Aos 29 anos Murray teve um segundo semestre impecável graças aos torneios menores, o bicampeonato olímpico no Rio e ao bicampeonato de Wimbledon. Djoko venceu os Grand Slams da Austrália e Roland Garros finalmente alcançando o Career Slam, feito concedido àquele que vence os quatro grandes torneios de tênis da temporada. O Aberto dos EUA ficou com o suúço Stan Wawrinka. O destaque negativo é para a queda de Roger Federer que pela primeira vez não figura no Top 10 do ano.


Também entre as mulheres tivemos mudança no topo, pois a americana Serena Williams foi destronada pela alemã Angelique Kerber . O Brasil tem dois jogadores no Top 10 das duplas: Bruno Soares, terceiro melhor duplista do mundo este anovenceu dois Grand Slams junto de Jamie Murray e Marcelo Melo, oitavo melhor do mundo.


Vôlei: Sada/Cruzeiro ganha tudo em ano inesquecível

No Brasil e no mundo quem manda é o Sada/Cruzeiro. A equipe mais vitoriosa na atualidade ganhou neste ano tudo que disputou: campeonato mineiro, Superliga masculina, Supercopa brasileira, Copa Brasil, Sul americano e a cereja do bolo, o Mundial de Clubes. Entre as mulheres o Rio de Janeiro levou a melhor na Superliga. Na Liga Mundial de vôlei o Brasil chegou à final, mas foi atropelada pela Sérvia que enfim se tornou campeã depois de cinco vices e no Grand Prix feminino o Brasil se sagrou campeão pela 11ª vez na história.


Basquete: Intervenção da FIBA cria futuro sombrio para o esporte

2016 não vai deixar saudades no basquete brasileiro. O fracasso dos times masculino e feminino na Olimpíada e a intervenção da FIBA foram as notícias mais importantes do ano. A crise financeira na CBB levou a FIBA à intervir e o Brasil acabou suspenso de todas as competições até janeiro do próximo ano. As contas da gestão de Carlos Nunes que dirige a entidade foram reprovadas e teve ainda o calote que a CBB deu à FIBA pelo não pagamento de uma cota de participação no mundial de 2014 quando o Brasil recebue o convite. Pra piorar o país desistiu de organizar a etapa brasileira do mundial 3 x 3. Na Olimpíada tanto o time masculino como o feminino fizeram um tremendo papelão sendo desclassificados na fase de grupos.


No NBB o Flamengo foi mais uma vez campeão. A decisão foi contra o Bauru em melhor de cinco jogos e o rubro negro levou o título no jogo final disputado na Arena Carioca 2 vencendo por 100 x 66.


Na NBA o impossível aconteceu. O Golden State Warriors do astro Stephen Curry tinha tudo pra fechar a série final melhor de 7 jogos no quinto jogo pois vencia por 3 x 1, mas o Cleveland Cavaliers reagiu, venceu dois jogos e levou a decisão pro sétimo e decisivo confronto e comandado por LeBron James conseguiu virar e vencer a série por 4 x 3 e vitória no jogo final por 93 x 89. LeBron foi às lágrimas e realizou o desejo de vencer pelo time da cidade após o seu retorno. O ano marcou também o adeus às quadras de Kobe Bryant que se aposentou após a desastrosa campanha do Los Angeles Lakers que fez vergonha na temporada regular nem sequer chegando aos playoffs.


Surfe: Havaiano interrompe a Brazilian Storm

Depois de dois títulos seguidos com Gabriel Medina e Adriano de Souza a Brazilian Storm foi interrompida em 2016. O havaiano John John Florence quebrou a escrita que vinha desde 2004 e venceu o Circuito Mundial de Surfe na penúltima etapa em Peniche. John John venceu duas etapas no ano, dentre elas a etapa brasileira no Rio de Janeiro. Medina ficou com o vice campeonato e venceu a etapa de Fiji.


Denver vence na NFL e Cubs comemoram fim de maldição no Beisebol

Na NFL o campeão da temporada foi o Denver Broncos que esmagou na final o Carolina Panthers por 24 x 10 com atuação da defesa, em especial Von Miller, eleito o melhor jogador da decisão. Na MLB uma maldição que durou mais de um século chegou ao fim. O Chicago Cubs esperou 108 anos para ser campeão da liga americana de beisebol ao vencer o Cleveland Indians por 8 x 7 na 10ª entrada e se sagrar campeão da World Series.


Escândalo do doping russo abala o esporte

O grande fato esportivo do ano foi o escândalo de doping na Rússia. O inferno astral russo começou em 2015 com denúncias de que o governo russo manipulou os exames antidoping, mas em 2016 não teve perdão. O atletismo russo acabou sendo banido dos Jogos do Rio e toda a delegação foi banida da Paralimpíada. No fim do ano o COI determinou a reanálise de todo o material usado nos exames antidoping que os atletas russos passaram nos Jogos de Londres em 2012.


Por conta disto o Brasil ganhou uma medalha a mais nos Jogos de Pequim, pois a Rússia foi desclassificada e o país que havia ficado em quarto lugar nos 4 x 100 feminino herdou o bronze. Uma das afetadas, apesar de não ser acusada de doping, a saltadora Yelena Isinbayeva se aposentou das pistas e não pôde competir no Brasil.

Amanhã vamos recordar as emoções da Rio 2016 com o resumo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

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Ceyron Louis

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